domingo, 6 de dezembro de 2009

Segunda-feira





20 minutos de segunda feira, 8 de Dezembro.
Hoje se Vó Cotinha aqui estivesse, faria aniversário. Parabéns vó Cotinha. Todos tiveram uma vó. Bom não é. Nos faz rir, e ri conosco.
Bom também ser vó. Ser avó eu nem sei. Me chamam de Sosonia, de vó, e me intitulam Avó.
De nada e de ninguém sei ser avó. Avó tem que ter sabedoria. Profundidade. Sentar e fazer croché, tricô, broa de fubá e saber contar histórias.
Contar histórias eu sei, mas ando mesmo é querendo escrevê-las.
Broa de fubá já fiz muitas em minha vida, mas nem querendo comer não ando mais. os médicos falam, engorda, engorda, e eu não como, e eles os médicos com a barriga bem farta ainda me falam, estás acima do peso.
Tricô, já tricotei blusas, cachecol, boina, sapatinho, ando querendo agora é tricotar as experiências vividas e vividas por outros, em palavras, são minhas inspirações.
Croché, também tive este hábito. namorava minhas unhas bem feitas pintadas de vermelho vinho, sempre com creme. Fazia mais o croché acredito para mirar minhas mãos. Narciso eu.
Mas está ótimo e pelas estradas vou viver esta segunda feira de saúde, tranquilidade e Paz em Deus que tudo pode em nossas vidas.
Quem sabe logo mais dedilho alguma experiência do dia!

2 comentários:

Pastoral da Comunicação disse...

Ser avó... vovózinha minha amada é a tua cara: alegre e menina, como aquelas mulheres que os anos não conseguem envelhecer de amargura, mas de fé.
Fazer crochê?Em cada quadro, poesia, mesa farta e acolhedora, daquele jeito que só você sabe fazer, por ter sido primeiramente uma tia Soninha, você e dez: vovó Xoxona Parabéns!
O texto está lindo e que Deus te confirme feliz!

Anônimo disse...

Muito sabias palavras nesse texto que retrata bem sua realidade.
Realmene tem que ter muito dom de Deus para escever assim.

Luanai

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