he!he!he!
Que Dezembro chuvoso!
O homem foi passando devagar ali pela rua.
O outro confiante, rápido nas passadas perguntou se o vagaroso precisava de ajuda.
-Não, estou bem. Tenho medo de andar mais rápido e a chuva vir correndo para me
O homem foi passando devagar ali pela rua.
O outro confiante, rápido nas passadas perguntou se o vagaroso precisava de ajuda.
-Não, estou bem. Tenho medo de andar mais rápido e a chuva vir correndo para me
alcançar.
E lá foram os dois rindo da própria piada ou da chuva, ou da coragem de ainda fazer piada.
Os governantes bradam: -A água doce do mundo está acabando!
O nosso Deus todo poderoso responde:
-Em nome de quem vocês fazem o anuncio?
Não respondem, e repetem: -A água do mundo está acabando. Vamos nos reunir na Suíça
para debatermos o assunto. Vamos nos reunir na Alemanha. No Brasil. Nos Est.Unidos. E lá vão. Governantes, comitiva, papagaio, passarinhos, empregados, cabeleireiros para as damas e mais uns tantos de milhões de trocados guardados na meia, carteira, sei lá, guardados é verdade.
E Deus manda chuva, e a chuva vem correndo, rindo, fazendo rios, carregando gente, carregando móveis, utensílios, mentiras, lixos, mentiras, árvores, mentiras; a chuva só não carrega uma meia dúzia desse povo que se intitula (governantes).
E Deus manda mais água. Só vai faltar água quando ele assim decidir.
E Deus manda chuva, e a chuva vem correndo, rindo, fazendo rios, carregando gente, carregando móveis, utensílios, mentiras, lixos, mentiras, árvores, mentiras; a chuva só não carrega uma meia dúzia desse povo que se intitula (governantes).
E Deus manda mais água. Só vai faltar água quando ele assim decidir.
E sabe quando ele vai decidir?
Quando o povo disser: - Vai faltar água. Vamos nos reunir lá nos confins da África, onde está faltando a água da lealdade, a água da verdade, água de verdade. Ninguém morre de fome ou sede , assim sem mais , sem menos. A morte pela sede denuncia os verdadeiros assassinos de uma raça. A morte pela forme denuncia os verdadeiros criminosos do poder.
Quando o povo disser: - Vai faltar água. Vamos nos reunir lá nos confins da África, onde está faltando a água da lealdade, a água da verdade, água de verdade. Ninguém morre de fome ou sede , assim sem mais , sem menos. A morte pela sede denuncia os verdadeiros assassinos de uma raça. A morte pela forme denuncia os verdadeiros criminosos do poder.
Denunciar a quem?
Os becos encardidos nas cidades tem a história gravada em suas carnes.
Os becos tem gente, tem Luz. Esta Luz nunca se apaga, cada dia mais ela se acende com a adesão de um desfavorecido ou com as letras de alguém que ainda pode gritar.
Que silêncio é o da humanidade!
Não podemos esquecer que a planta, estorrica, seca por falta de chuva, mas quando lá no sertão a chuva aparece, o chão se abre e uma sementezinha vem germinando sorrindo, levantando ao sol seu respirar suave, sua coragem de ali ficar guardada esperando o momento certo.
Cuidado mundo com as sementes guardadas que esperam pelo momento certo. Depois vai ser somente chorar os mortos na guerra.
Estamos construindo um pavilhão forte de revolta dos marginalizados.
Se os países árabes importam até água salgada para construírem seus pequenos mares, muito mais fácil é resolver a carnificina da África.
A sede e a fome na África é faca afiada de dois gumes.
Qual o motivo que os governos não vão lá, na realidade, na tese desenvolver seus tratados.
E mande chuva Oh! Deus, necessitamos lavar-nos dos pecados.
Que Dezembro chuvoso!
Sonia Inácio
Sonia Inácio
Um comentário:
Minha amada irmãzinha, pedacinho precioso de meu coração pecador, Deus te abençoe e, te conceda coragem e ousadia para anunciar o Evangelho e denunciar as mentiras que andam, em nossos dias gastando a nossa água.
Água cristalina que poderia matar a sede de tantos filhos de Deus. E acabam sendo utilizadas, para lavar as imundícies de quem insiste ser imundo.
Lamentável!
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