E quando eu me dei conta, tinha deixado a ira tomar parte do meu dia!
Lembrei do filme "Um dia de fúria".
A diferença é a exposição do sentimento - no filme o desdenho humano arregalava os olhos na fome da destruição.
Em mim ele sucumbiu por entre as entranhas tomando conta do meu respirar, de minhas palavras, do sangue continuo que lavava minhas coronárias. E a ira tumultuava tudo. Era um arranha céu destruindo-se, implodindo longe dos olhos da vida.
As horas passavam e o sol continuava firme, clareando as horas.
é bom respirar - é bom parar - é bom dar um tempo a ira - é bom voltar amanhã - mesmo que o amanhã seja daqui algumas horas - mesmo que o amanhã seja amanhã mesmo - mesmo que o amanhã demore a chegar.
Lembrei do filme "Um dia de fúria".
A diferença é a exposição do sentimento - no filme o desdenho humano arregalava os olhos na fome da destruição.
Em mim ele sucumbiu por entre as entranhas tomando conta do meu respirar, de minhas palavras, do sangue continuo que lavava minhas coronárias. E a ira tumultuava tudo. Era um arranha céu destruindo-se, implodindo longe dos olhos da vida.
As horas passavam e o sol continuava firme, clareando as horas.
é bom respirar - é bom parar - é bom dar um tempo a ira - é bom voltar amanhã - mesmo que o amanhã seja daqui algumas horas - mesmo que o amanhã seja amanhã mesmo - mesmo que o amanhã demore a chegar.





